domingo, 20 de outubro de 2013
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Administração da Raiva
Release e temas para conferências:
LANÇAMENTO
Administração da raiva:
- O mecanismo que gera a raiva e agressividade
- A negação da raiva e os efeitos emocionais
- Administração da raiva
Vitória do perdão:
- Nascendo as magoa em nós
- Trabalhando o ressentimento e raiva
- Ressentimento e as doenças psicossomáticas
- Aprendendo a perdoar
- Autoperdão
- Vitória do perdão
Auto descobrimento e alegria de viver:
- Descobrindo o prazer de você mesmo
- Construindo sua individualidade
- Trabalhando das dependências emocionais
- Ecos do passado
- Trabalhando baixa de estima
- Educação para autoamor
Vencendo o ciúme
- Fases afetivas do amor
- Insegurança e desconfiança pela possessividade
- As causas dos Ciúmes
- Perfis psicológicos do ciumento
- Vencendo o ciúme
Depressão e suas mascas:
- Perfil do depressivo
- Causas da depressão
- Transtorno Bipolar
- As causas espirituais depressão
- Vitória sobre a depressão
Superando os conflitos:
- O significado de crise da Adão
- A depressão
- Complexo de culpa e as ansiedades
- Neurose e psicose
- O reflexo do passado
- Superando as crises
Quando amor feio á terra
- O nascimento de Jesus
- A voz do Cristo
- Apolíticas das bem aventuranças
- Do amor mundano ao amor divino
- O amor jamais te esquece
O pensamento, vida mental, Força da palavra e as contaminações fluídicas.
- O pensamento e as contaminações fluídicas
- Vida mental
- Força da palavra
Face das obsessões complexas:
- Inicio e sintomas da obsessão
- Mecanismo de influenciação
- Implantação de aparelho parasita
- Obsessão por magia negra
- Auto-obsessão
- Combatendo a obsessão
Conferencista: Samuel Ribeiro
Para mais informações: oficinadaalma.sr@gmail.com
Poder da Oração
Antes de iniciar qualquer atividade, se tem dúvidas ao caminho a seguir e o medo surgir, afim de paralisar tuas força, utilizasse o recurso oração, porque sendo o pão da alma pode ajudar a agir em virtude da inspiração divina, que vai facutar a calma, a acalmar a ansiedade, e libertar dos pensamentos negativo. Nunca deixei esse recurso superior de lado. É nos momentos afligentes o Cristo ora em comunhão com o Pai, afim de transpor os desafios da vida que são inevitáveis.
terça-feira, 10 de setembro de 2013
terça-feira, 9 de abril de 2013
Uma prece
No seu livro O profeta, Gibran Khalil Gibran fala da prece com grande propriedade: "Vós rezais nas vossas aflições e necessidades. Se pudésseis rezar também na plenitude de vossa alegria e nos dias de abundância...
Pois que é a oração senão a expansão de vosso ser no éter vivente?
E se vos dá conforto exalar vossas trevas no espaço, maior conforto sentireis quando exalardes a aurora de vosso coração.
E se não podeis reter as lágrimas quando vossa alma vos chama para orar, ela vos deveria esporear repetidamente, embora chorando, até que aprendêsseis a orar com alegria."
São considerações bastante oportunas.
Estamos acostumados a utilizar a prece apenas como um último e desesperado recurso.
Quando não se sabe mais o que fazer, a quem mais pedir socorro, suplica-se ao Pai por auxílio.
Mas será essa a única função da prece?
Ligar o homem a Deus em momentos de desesperança e de sofrimento?
É claro que não.
Por meio da prece entramos em sintonia com Deus e com os Espíritos Superiores que nos tutelam e acompanham na jornada terrestre.
Esse contato é uma forma eficiente de comunicação em qualquer circunstância.
Pedir, apenas, é uma maneira muito infantil de manter-se em contato com a Espiritualidade Superior.
Agindo assim, comportamo-nos como aquela criança que apenas se lembra dos pais quando se fere e se encontra em dificuldades.
Daí sai correndo, choramingando e pula, entre soluços, no colo dos pais em busca de consolo e de solução fácil e rápida para suas dores.
Ainda somos crianças para Deus.
Crianças que choram diante das contrariedades e que tentam barganhar vantagens por meio da prece.
Pedimos ao Pai coisas absurdas e que em nada contribuiriam efetivamente para nossa felicidade.
Queremos que nossas vidas sejam para sempre um mar de rosas, repletas de dias ensolarados e de prazeres constantes e renovados.
Muitos pensam em Deus e lembram de orar apenas em momentos de sofrimento.
Quando o vento frio do sofrimento, aliado à chuva da desdita nos toca o rosto de forma inclemente, aí então buscamos o colo do Pai, orando humildemente.
Até então, corríamos felizes e despreocupados pelos vales floridos da vida, acreditando sermos capazes de realizar tudo e qualquer coisa sozinhos.
Quando tudo está bem, imaginamos que a dor não nos tocará jamais.
Por isso, displicentes, não estabelecemos contato com o Pai, pela prece.
Esquecemos de agradecer pelo bem que usufruímos e pelas dádivas numerosas que nos são ofertadas diária e constantemente.
Crianças que se crêem auto-suficientes.
Seres que ainda precisarão da dor a tocar-lhes as fibras mais sutis da alma para se darem conta de sua pequenez e de quanto, ainda e sempre, necessitarão do amor e da bondade do Pai.
* * *
Faça da prece um meio de comunicação constante com o Criador.
Não são necessários versos decorados, nem fórmulas especiais para estabelecer esse contato.
É preciso apenas a vontade sincera e a concentração do pensamento no bem, para que a sintonia se realize.
O Pai está sempre em contato conosco. Compete-nos perceber Sua presença e permitir-nos dividir com Ele todos os nossos momento
Clique aqui para ler mais: Forum Espírita
Pois que é a oração senão a expansão de vosso ser no éter vivente?
E se vos dá conforto exalar vossas trevas no espaço, maior conforto sentireis quando exalardes a aurora de vosso coração.
E se não podeis reter as lágrimas quando vossa alma vos chama para orar, ela vos deveria esporear repetidamente, embora chorando, até que aprendêsseis a orar com alegria."
São considerações bastante oportunas.
Estamos acostumados a utilizar a prece apenas como um último e desesperado recurso.
Quando não se sabe mais o que fazer, a quem mais pedir socorro, suplica-se ao Pai por auxílio.
Mas será essa a única função da prece?
Ligar o homem a Deus em momentos de desesperança e de sofrimento?
É claro que não.
Por meio da prece entramos em sintonia com Deus e com os Espíritos Superiores que nos tutelam e acompanham na jornada terrestre.
Esse contato é uma forma eficiente de comunicação em qualquer circunstância.
Pedir, apenas, é uma maneira muito infantil de manter-se em contato com a Espiritualidade Superior.
Agindo assim, comportamo-nos como aquela criança que apenas se lembra dos pais quando se fere e se encontra em dificuldades.
Daí sai correndo, choramingando e pula, entre soluços, no colo dos pais em busca de consolo e de solução fácil e rápida para suas dores.
Ainda somos crianças para Deus.
Crianças que choram diante das contrariedades e que tentam barganhar vantagens por meio da prece.
Pedimos ao Pai coisas absurdas e que em nada contribuiriam efetivamente para nossa felicidade.
Queremos que nossas vidas sejam para sempre um mar de rosas, repletas de dias ensolarados e de prazeres constantes e renovados.
Muitos pensam em Deus e lembram de orar apenas em momentos de sofrimento.
Quando o vento frio do sofrimento, aliado à chuva da desdita nos toca o rosto de forma inclemente, aí então buscamos o colo do Pai, orando humildemente.
Até então, corríamos felizes e despreocupados pelos vales floridos da vida, acreditando sermos capazes de realizar tudo e qualquer coisa sozinhos.
Quando tudo está bem, imaginamos que a dor não nos tocará jamais.
Por isso, displicentes, não estabelecemos contato com o Pai, pela prece.
Esquecemos de agradecer pelo bem que usufruímos e pelas dádivas numerosas que nos são ofertadas diária e constantemente.
Crianças que se crêem auto-suficientes.
Seres que ainda precisarão da dor a tocar-lhes as fibras mais sutis da alma para se darem conta de sua pequenez e de quanto, ainda e sempre, necessitarão do amor e da bondade do Pai.
* * *
Faça da prece um meio de comunicação constante com o Criador.
Não são necessários versos decorados, nem fórmulas especiais para estabelecer esse contato.
É preciso apenas a vontade sincera e a concentração do pensamento no bem, para que a sintonia se realize.
O Pai está sempre em contato conosco. Compete-nos perceber Sua presença e permitir-nos dividir com Ele todos os nossos momento
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terça-feira, 19 de março de 2013
Visão. Para refletir!
Se um dia alguém fizer com que se quebre a visão bonita que você tem de si, com muita paciência e amor reconstrua-a.
Assim como o artesão recupera a sua peça mais valiosa que caiu no chão, sem duvidar de que aquela é a tarefa mais importante, você é a sua criação mais valiosa.
Não olhe para trás.
Não olhe para os lados.
Não olhe para os outros.
Olhe somente para dentro, para bem dentro de você e faça dali o seu lugar de descanso, conforto e recomposição.
Crie este universo agradável para si e seja feliz.
O mundo agradecerá o seu trabalho.
Assim como o artesão recupera a sua peça mais valiosa que caiu no chão, sem duvidar de que aquela é a tarefa mais importante, você é a sua criação mais valiosa.
Não olhe para trás.
Não olhe para os lados.
Não olhe para os outros.
Olhe somente para dentro, para bem dentro de você e faça dali o seu lugar de descanso, conforto e recomposição.
Crie este universo agradável para si e seja feliz.
O mundo agradecerá o seu trabalho.
sábado, 23 de fevereiro de 2013
DESIGUALDADE DAS RIQUEZAS
8. A desigualdade das riquezas é um dos problemas que inutilmente se procurará resolver, desde que se considere apenas a vida atual. A primeira questão que se apresenta é esta: Por que não são igualmente ricos todos os homens? Não o são por uma razão muito simples: por não serem igualmente inteligentes, ativos e laboriosos para adquirir, nem sóbrios e previdentes para conservar. E, alias, ponto matematicamente demonstrado que a riqueza, repartida com igualdade, a cada um daria uma parcela mínima e insuficiente; que, supondo efetuada essa repartição, o equilíbrio em pouco tempo estaria desfeito, pela diversidade dos caracteres e das aptidões; que, supondo-a possível e durável, tendo cada um somente com que viver, o resultado seria o aniquilamento de todos os grandes trabalhos que concorrem para o progresso e para o bem-estar da Humanidade; que, admitido desse ela a cada um o necessário, já não haveria o aguilhão que impele os homens às grandes descobertas e aos empreendimentos úteis. Se Deus a concentra em certos pontos, é para que daí se expanda em quantidade suficiente, de acordo com as necessidades.
Admitido isso, pergunta-se por que Deus a concede a pessoas incapazes de fazê-la frutificar para o bem de todos. Ainda aí está uma prova da sabedoria e da bondade de Deus. Dando-lhe o livre-arbítrio, quis ele que o homem chegasse, por experiência própria, a distinguir o bem do mal e que a prática do primeiro resultasse de seus esforços e da sua vontade. Não deve o homem ser conduzido fatalmente ao bem, nem ao mal, sem o que não mais fora senão instrumento passivo e irresponsável como os animais. A riqueza é um meio de o experimentar moralmente. Mas, como, ao mesmo tempo, é poderoso meio de ação para o progresso, não quer Deus que ela permaneça longo tempo improdutiva, pelo que incessantemente a desloca. Cada um tem de possuí-la, para se exercitar em utilizá-la e demonstrar que uso sabe fazer dela. Sendo, no entanto, materialmente impossível que todos a possuam ao mesmo tempo, e acontecendo, além disso, que, se todos a possuíssem, ninguém trabalharia, com o que o melhoramento do planeta ficaria comprometido, cada um a possui por sua vez. Assim, um que não na tem hoje, já a teve ou terá noutra existência; outro, que agora a tem, talvez não na tenha amanhã. Há ricos e pobres, porque sendo Deus justo, como é, a cada um prescreve trabalhar a seu turno. A pobreza é, para os que a sofrem, a prova da paciência e da resignação; a riqueza é, para os outros, a prova da caridade e da abnegação.
Deploram-se, com razão, o péssimo uso que alguns fazem das suas riquezas, as ignóbeis paixões que a cobiça provoca, e pergunta-se: Deus será justo, dando-as a tais criaturas? E exato que, se o homem só tivesse uma única existência, nada justificaria semelhante repartição dos bens da Terra; se, entretanto, não tivermos em vista apenas a vida atual e, ao contrário, considerarmos o conjunto das existências, veremos que tudo se equilibra com justiça. Carece, pois, o pobre de motivo assim para acusar a Providência, como para invejar os ricos e estes para se glorificarem do que possuem. Se abusam, não será com decretos ou leis suntuárias que se remediará o mal. As leis podem, de momento, mudar o exterior, mas não logram mudar o coração; daí vem serem elas de duração efêmera e quase sempre seguidas de uma reação mais desenfreada. A origem do mal reside no egoísmo e no orgulho: os abusos de toda espécie cessarão quando os homens se regerem pela lei da caridade.
O Evangelho Segundo o Espiritismo
Capítulo XVI - Não se pode servir a Deus e a mamon
http://www.espirito.org.br/portal/codificacao/es/index.htmldomingo, 17 de fevereiro de 2013
Controle Emocional
Mantém o teu controle emocional em todas as situações.
Sistema nervoso alterado, vida em desalinho.
Se dificuldades ameaçarem o teu equilíbrio, utiliza-te da oração.
A prece é medicamento eficaz para todas as doenças da alma.
(Livro Via Feliz)
Sistema nervoso alterado, vida em desalinho.
Se dificuldades ameaçarem o teu equilíbrio, utiliza-te da oração.
A prece é medicamento eficaz para todas as doenças da alma.
(Livro Via Feliz)
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Pai João de Aruanda
“Na verdade, meus filhos, Deus, que é Pai, não
espera pessoas capacitadas para servi-lo na tarefa do bem. Sabendo Ele
da nossa rebeldia e demora nas decisões, utiliza-nos como somos e aos
poucos capacita cada um, à medida que surgem as necessidades.”
Para refletir... Na Grécia antiga...
Na Grécia antiga, originou-se este apólogo
contado por Malherbe, poeta invulgar, a Racan, também poeta, quando este
lhe pediu sugestão sobre uma decisão a respeito da vida.
Perguntou Racan a quem deveria ele satisfazer: deveria satisfazer às suas vontades, satisfazer às vontades da corte ou às do povo?
Malherbe pensou um pouco e disse:
- Não sei se é prudente contentar toda a gente. Eis um conto que poderá ajudá-lo a encontrar a resposta:
Um velho moleiro e seu filho, que já tinha os seus quinze anos, foram vender seu burro, um dia, no mercado.
O moleiro e seu filho levavam o animal e, a fim de não cansá-lo e alcançarem bom preço, resolveram conduzi-lo, desde o começo, com as patas amarradas e presas num varal carregado pelos dois.
O primeiro que os viu quase morreu de rir.
O moleiro, então, colocou o animal no chão, mandou seu filho montar e continuou andando. Nisso, passaram três comerciantes e, horrorizados com a cena, comentaram:
- Onde ja se viu? O rapaz, robusto, montado no burro, e o velho, a pé.
O moleiro, então, pediu que o filho descesse e cedesse o lugar para ele. Passaram três moças e uma delas disse:
- Que falta de vergonha! O marmanjo vai sentado como um rei e o pobre menino a pé.
O moleiro, embora soubesse que sua idade permitia que ele seguisse montado, colocou o filho na garupa e continuou o seu caminho.
Nem bem o burro deu trinta passos, passou um outro grupo e um deles comentou:
- Vocês não tem dó do seu animal doméstico? Como podem sobrecarregar assim o pobre burrico? Se vão vendê-lo na feira, ele vai chegar lá no puro osso!
- Por Deus – diz o moleiro -, sofre da moleira quem quer agradar gregos e troianos!
E mais uma vez o moleiro procurou agradar ao caminhante. Os dois desceram do burro e seguiram pela estrada: o burro na frente e eles atrás. Alguém os viu e fez chacota:
- Dois burros andando, enquanto o outro trota!
Quem tem um cão não precisa ir à caça com gato; quem tem burro não gasta a sola do sapato. Que queiram ir a pé é natural. Então, para que trazer o animal? Belo trio de burros!
Pensou o moleiro:
- Certamente, como um burro eu agi, mas daqui para frente farei como achar melhor, sem escutar ninguém.
E assim ele fez.
Quanto a vós, quer sigais Marte, o amor ou o rei?
Quer fiqueis na província ou sejais viajante?
Quer prefirais casar ou vos tornar abade?
Todos hão de falar, falar, falar…
Nunca conseguiremos agradar a gregos e troianos, isso é totalmente impossível.
Se voce fizer algo ou deixar de fazê-lo sempre terá alguém que fará uso da ironia e de expressões de duplo sentido para usar de escárnio e te maldizer ou através da sátira difamar e atingir uma outra pessoa que é o seu desafeto.
Tentou dar o seu melhor e não foi compreendido? Não se importa, porque errar é humano, e para os amigos que te conhecem não precisara se justificar nunca, porque eles conhecem sua capacidade, agora , não perca tempo tentando se justificar a seus desafetos, porque os inimigos não acreditam em sua palavra.
Agradar é relativo, impossivel atingir ao todo, mas faça o seu melhor, se acaso seus inimigos tentarem te derrubar, lembre-se que existem olhos a sua volta e, que estão prestando atenção em seus esforços.
Agora um conselho de amiga, agrade a você, porque você sabe o que você é realmente. O que dizem?
Que importa? Enquanto os cães ladram, a caravana passa…
Perguntou Racan a quem deveria ele satisfazer: deveria satisfazer às suas vontades, satisfazer às vontades da corte ou às do povo?
Malherbe pensou um pouco e disse:
- Não sei se é prudente contentar toda a gente. Eis um conto que poderá ajudá-lo a encontrar a resposta:
Um velho moleiro e seu filho, que já tinha os seus quinze anos, foram vender seu burro, um dia, no mercado.
O moleiro e seu filho levavam o animal e, a fim de não cansá-lo e alcançarem bom preço, resolveram conduzi-lo, desde o começo, com as patas amarradas e presas num varal carregado pelos dois.
O primeiro que os viu quase morreu de rir.
O moleiro, então, colocou o animal no chão, mandou seu filho montar e continuou andando. Nisso, passaram três comerciantes e, horrorizados com a cena, comentaram:
- Onde ja se viu? O rapaz, robusto, montado no burro, e o velho, a pé.
O moleiro, então, pediu que o filho descesse e cedesse o lugar para ele. Passaram três moças e uma delas disse:
- Que falta de vergonha! O marmanjo vai sentado como um rei e o pobre menino a pé.
O moleiro, embora soubesse que sua idade permitia que ele seguisse montado, colocou o filho na garupa e continuou o seu caminho.
Nem bem o burro deu trinta passos, passou um outro grupo e um deles comentou:
- Vocês não tem dó do seu animal doméstico? Como podem sobrecarregar assim o pobre burrico? Se vão vendê-lo na feira, ele vai chegar lá no puro osso!
- Por Deus – diz o moleiro -, sofre da moleira quem quer agradar gregos e troianos!
E mais uma vez o moleiro procurou agradar ao caminhante. Os dois desceram do burro e seguiram pela estrada: o burro na frente e eles atrás. Alguém os viu e fez chacota:
- Dois burros andando, enquanto o outro trota!
Quem tem um cão não precisa ir à caça com gato; quem tem burro não gasta a sola do sapato. Que queiram ir a pé é natural. Então, para que trazer o animal? Belo trio de burros!
Pensou o moleiro:
- Certamente, como um burro eu agi, mas daqui para frente farei como achar melhor, sem escutar ninguém.
E assim ele fez.
Quanto a vós, quer sigais Marte, o amor ou o rei?
Quer fiqueis na província ou sejais viajante?
Quer prefirais casar ou vos tornar abade?
Todos hão de falar, falar, falar…
Nunca conseguiremos agradar a gregos e troianos, isso é totalmente impossível.
Se voce fizer algo ou deixar de fazê-lo sempre terá alguém que fará uso da ironia e de expressões de duplo sentido para usar de escárnio e te maldizer ou através da sátira difamar e atingir uma outra pessoa que é o seu desafeto.
Tentou dar o seu melhor e não foi compreendido? Não se importa, porque errar é humano, e para os amigos que te conhecem não precisara se justificar nunca, porque eles conhecem sua capacidade, agora , não perca tempo tentando se justificar a seus desafetos, porque os inimigos não acreditam em sua palavra.
Agradar é relativo, impossivel atingir ao todo, mas faça o seu melhor, se acaso seus inimigos tentarem te derrubar, lembre-se que existem olhos a sua volta e, que estão prestando atenção em seus esforços.
Agora um conselho de amiga, agrade a você, porque você sabe o que você é realmente. O que dizem?
Que importa? Enquanto os cães ladram, a caravana passa…
Alimentar relacionamentos...
Alimentar relacionamentos, que só trazem
sofrimento é masoquismo, é atrapalhar sua vida. Não gaste vela com mau
defunto. Se você estiver com um marido/mulher que não esteja
compartilhando, empreste, venda, alugue, doe... e deixe o espaço livre
para um novo amor.
Cada ser humano é um universo em crise...
Cada ser humano é um universo em crise, essa é
a verdade, Julgar sempre é o caminho mais fácil, todos adorar o poder
de ser juiz da vida alheia e de sentenciar as pessoas de acordo com seus
critérios ou conclusões, mas curiosamente ninguém quer estar no lugar
do réu, o julgado, criticado e apontado, ai as coisas mudam de lugar de
ofensor a ofendido.
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